sábado, 31 de março de 2012

Elogio e Encorajamento

Desta vez não publicarei um texto, mas um áudio que eu recomendo


Ouça esta história até o fim... e preste muita atenção, valerá a pena!


"Se você acha que alguém merece um elogio, 
este é o momento de fazê-lo, 
pois ele não poderá ler a própria lápide depois de morto".
                                                                                                              Berton Braley
Para quem não conseguiu ouvir o áudio, estou postando o texto contido nele:No primeiro capítulo do livro Esconde-Esconde, Dr. James Dobsone conta uma impressionante história que, ao ler o relato ou ouvir a vida deste jovem, você jamais o esquecerá.
“Ele começou a vida com todos os obstáculos e desvantagens. Sua mãe era uma mulher dominadora, de vontade forte, que achava difícil amar as outras pessoas. Casou-se três vezes, e o segundo marido divorciou-se dela, porque ela o espancava regularmente. Morreu de um ataque cardíaco alguns meses antes do nascimento do filho. Em conseqüência, a mãe teve de trabalhar longas horas, desde a mais tenra infância do filho.
Ela não lhe deu nenhum afeto, amor, disciplina ou educação, nos seus primeiros anos de vida. Até o proibiu de telefonar-lhe quando estava trabalhando. Outras crianças não queriam saber dele, por isso estava quase sempre sozinho. Foi totalmente rejeitado desde treze anos de idade, o psicólogo de uma escola comentou que provavelmente, o rapaz nem sabia o significado da palavra “amor”. Durante a adolescência, as meninas não queriam saber dele, e ele brigava com os garotos.
Apesar de um Q.I. alto, fracassou na escola e finalmente, no penúltimo ano do segundo grau, desistiu de estudar. Pensou que seria aceito no Corpo de Fuzileiros Navais. Dizia-se que eles formavam homens de verdade, e era isso que ele queria ser. Mas seus problemas o acompanharam. Seus colegas fuzileiros riam dele e o ridicularizavam. Ele se defendeu, resistiu à autoridade, enfrentou uma corte marcial e foi expulso da corporação. Ali estava ele – um jovem com pouco mais de vinte anos – sem amigo e totalmente arrasado. Era pequeno e magro. Sua voz era esganiçada como a de um adolescente. Estava ficando calvo. Não tinha talento, nem habilidade, nem valor. Não tinha nada.
Mais uma vez pensou que podia fugir dos seus problemas, desta vez mudando-se para um outro país. Mas lá também foi rejeitado. Nada mudou. Casou-se lá com uma jovem que era filha ilegítima, e a trouxe consigo, quando de volta aos Estados Unidos. Logo, ela começou a alimentar por ele, o mesmo desprezo que todos demonstravam. Deu-lhe dois filhos, mas ele nunca gozou da posição e do respeito que um pai deve ter. Seu casamento continuou a esfalecer-se. Sua esposa exigia, cada vez mais, coisas que ele não lhe podia dar. Em lugar de aliar-se a ele contra o mundo amargo, como ele esperava, tornou-se o seu mais cruel inimigo. Conseguia vencê-lo nas brigas e sabia como intimidá-lo. Em determinada ocasião, trancou-o no banheiro para vingar-se. Finalmente, ele foi levado a sair de casa.
Tentou viver sozinho, mas sentia-se muito só. Depois de alguns dias, foi para casa e literalmente implorou que ela o aceitasse de volta. Perdeu todo o orgulho próprio. Rastejou-se. Humilhou-se, aceitou suas exigências. Apesar de seu magro salário, deu-lhe algum dinheiro para que gastasse como bem entendesse. Mas ela riu dele, zombou de suas frágeis tentativas para sustentar a família. Ridicularizou seu fracasso. Zombou de sua impotência sexual diante de um amigo. Em certa ocasião, envolvido pelas trevas de seu pesadelo, caiu de joelhos e chorou amargamente.
Finalmente escolheu o silêncio; deixou de lutar. Ninguém o queria. Ninguém jamais o quisera. Talvez fosse o homem mais rejeitado da atualidade. Seu ego jazia despedaçado, feito pó.
No dia seguinte, era um homem estranhamente diferente. Levantou-se, foi à garagem e apanhou uma espingarda que escondera ali. Levou-a consigo para o emprego, que acabara de arranjar, em um depósito de livros. E de uma janela do terceiro andar daquele prédio, logo depois do almoço, no dia 22 de novembro de 1963, atirou duas balas, que esfacelaram a cabeça do presidente John F. Kennedy”.
Este relato brutal de como Lee Harvey Oswald cresceu sem amigos, sem amor, encorajamento, elogios, ou disciplina, realmente nos faz sentir um arrepio percorrer a espinha. Muitas vezes somos culpados de tratar as pessoas dessa mesma forma, e até aqueles que mais amamos.
Quando podíamos ter amado, retivemos a afeição. Quando poderia ter sido tão simples responder com um sorriso e um cumprimento, criticamos. Quando nos deparamos com um montinho de terra, nós o transformamos em um Monte Everest emocional. Quando uma única palavra de ânimo poderia ter iluminado o dia, por razões ignoradas, decidimos permanecer silenciosos.
Ao agir desse modo, pode ser que não estejamos acionando o processo de formação de um assassino, mas, também pode ser que sim. Na verdade, matamos alguma coisa, pois miramos nossa espingarda de rejeição contra a auto-estima e o auto-respeito dessa pessoa. Disparamos nossa arma; chamamos as tropas; lançamos as bombas, ganhamos uma pequena guerra...
Mas será que vencemos mesmo? Um momento de crueldade como esse pode matar intimamente, mesmo que só um pouco, nosso amigo, nosso cônjuge, nosso colega, nossos pais, nosso filho. Todavia, o que talvez tenhamos deixado de perceber é que também morremos um pouco.
Reflita sobre isso.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Mães más

MÃES MÁS...
Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:
Eu os amei o suficiente para ter perguntado: onde vão, com quem vão e a que horas regressarão?
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram da mercearia e os fazer dizer ao dono: "Nós roubamos isto ontem e queríamos pagar".
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês 2 horas, enquanto limpavam o seu quarto; tarefa que eu teria realizado em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso. Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci... porque no final vocês venceram também! E qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, meus filhos vão lhes dizer quando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má: "Sim... Nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo.
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos de comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos de comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela obrigava-nos a jantar à mesa, bem diferente das outras mães, que deixavam os filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda hora. Era quase uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos que íamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis de trabalho infantil. Nós tínhamos de lavar a louça, fazer as camas, lavar a roupa, aprender a cozinhar, aspirar o chão, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para lhe dizermos a verdade, e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela até conseguia ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata.
Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que nós saíssemos. Tinham de subir, bater à porta para ela os conhecer. Enquanto todos podiam sair à noite com 12, 13 anos, nós tivemos de esperar pelos 16.
Por causa da nossa mãe, nós perdemos imensas experiências da adolescência. Nenhum de nós esteve envolvido em atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
Foi tudo por causa dela. Agora que já saímos de casa, nós somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "pais maus", tal como a nossa mãe foi.
Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje:Não há suficientes Mães más...

Autor Desconhecido

sábado, 17 de março de 2012

O MELHOR PRESENTE


"Teddy Stallard era excelente concorrente ao título de “esquecido”. Não se interessava pela escola. Usava roupas velhas, amarfanhadas, nunca penteava os cabelos. Era um desses meninos na escola que exibiam uma face desconsolada, sem expressão, um olhar enevoado, sem foco definido. Quando a professora, Srta. Thompson, falava ao Teddy, ele sempre respondia com monossílabos. Era um camaradinha distante, destituído de graça, sem qualquer motivação, difícil de a gente gostar. Embora a professora dissesse que gostava de todos da classe por igual, bem lá dentro ela não estava sendo muito verdadeira. 

Sempre que ela corrigia as provas de Teddy, sentia certo prazer perverso em rabiscar um X ao lado das respostas erradas, e ao lascar um zero no topo da folha, fazia-o com certo gosto. Ela tinha obrigação de conhecer melhor o Teddy; os dados do menino estavam com ela. A professora sabia mais sobre ele do que gostaria de admitir. O currículo do garoto era o seguinte: 

1ª série – Teddy promete muito, quanto ao rendimento escolar e atitudes. Situação doméstica má. 

2ª série – Teddy poderia melhorar. A mãe está muito doente. O menino recebe pouca ajuda em casa. 

3ª série – Teddy é bom aluno, mas sério demais. Aprende devagar. É lento. A mãe morreu este ano. 

4ª série – Teddy é lento, mas tem bom comportamento. O pai é desinteressado de todo. 

Chegou o dia dos professores. Meninos e meninas da classe da Srta. Thompson lhe trouxeram presentes. Empilharam os pacotinhos na mesa da professora e rodearam-na, observando-a enquanto os ia abrindo. Entre os presentes havia um, entregue por Teddy Stallard. Ela ficou surpresa ao ver que ele havia trazido um presente. Mas, trouxera mesmo. O presente dele estava enrolado em papel pardo e fita colante, no qual ele escrevera umas palavras simples: “Para a senhorita Thompson – do Teddy.” Quando ela abriu o pacote de Teddy, caiu sobre a mesa um bracelete vistoso, feito de pedras semelhantes a cristais, metade das quais já havia desaparecido, e um frasco de perfume barato. 

Os meninos e meninas começaram a sufocar risadas, exibindo sorrisos afetados por causa dos presentes de Teddy. Contudo a Srta. Thompson pelo menos teve bom senso suficiente para silenciá-los ao por no pulso, imediatamente, o bracelete e um pouco de perfume. Colocando o pulso à altura das narinas das crianças, para que cheirassem, ela perguntou: “Não é delicioso este perfume?” As crianças, seguindo a pista deixada pela mestra, imediatamente concordaram com “uuu!” e “ôôô!” 

Terminada a aula, após as crianças terem ido embora, Teddy demorou-se e foi ficando. Muito lentamente, ele se aproximou da professora para dizer-lhe: 

- Senhorita Thompson...senhorita Thompson!, a senhora tem o mesmo cheiro de minha mãe..., e o bracelete dela ficou bonito na senhora, também. Fiquei contente porque a senhora gostou dos meus presentes. 

No dia seguinte quando as crianças voltaram à escola, foram recepcionadas por uma nova professora. A senhorita Thompson se tornara uma pessoa diferente. Já não era a mesma. Passou a ajudar todas as crianças, especialmente Teddy. Pelo fim daquele ano escolar, Teddy mostrava uma melhora dramática. Alcançara a maior parte dos alunos e chegou a ficar à frente de alguns deles. 

A senhorita Thompson não recebeu notícias de Teddy durante longo tempo. Então, um dia, entregaram-lhe uma carta: 

“Querida Srta. Thompson: 

Eu quis que a senhora fosse a primeira a saber. 
Estou me formando em segundo lugar em minha classe. 

Com muito amor, 
Teddy Stallard.” 

Quatro anos mais tarde, ela recebeu nova carta... 

“Querida Srta. Thompson: 

Disseram-me há pouco que sou o primeiro aluno da classe. Estou me formando este ano. Quis que a senhora fosse a primeira a saber. A universidade não tem sido fácil, mas eu gosto. 

Com muito amor, 
Teddy Stallard.” 

Mais quatro anos depois... 

“Querida Srta. Thompson: 

A partir de hoje, sou Theodore Stallard, doutor em medicina. Que acha? Eu quis que a senhora fosse a primeira a saber. Vou casar-me no mês que vem, para ser exato, no dia 27. Quero que a senhora venha e se sente onde minha mãe se sentaria se ela fosse viva. A senhora é a única pessoa da família que tenho, agora. Meu pai morreu no ano passado. 

Com muito amor, 
Teddy Stallard.” 

A Srta. Thompson foi àquele casamento e sentou-se onde a mãe de Teddy teria sentado. Ela o mereceu. Havia feito pelo Teddy algo que ele jamais esqueceria. 

Que é que você poderia dar como presente? Em vez de simplesmente dar uma coisa, dê algo que sobreviva a você mesmo. Seja generoso. Dê a si mesmo a algum Teddy Stallard, “um destes pequenos” a quem você pode ajudar a se tornar um dos grandes. "   

sábado, 10 de março de 2012

Lealdade, a história do cãozinho Bobby e do velho Jock


Lealdade

Em 1864, em Edinburgh, Escócia, vivia um velho homem chamado Jock. Durante toda vida tinha sido um fiel pastor de ovelhas, enfrentando bravamente perigos e intempéries para defender o rebanho. Com quase setenta anos, ainda conservava o coração e a habilidade de um pastor, mas não a saúde necessária. Suas pernas já não podiam escalar as pedras para resgatar uma ovelha ou para espantar um predador. E embora a família para quem trabalhava gostasse muito dele, as finanças iam mal e não podiam conservá-lo. Assim, mancando por fora e magoado por dentro, lá se foi ele de trem, deixando sua terra natal rumo a um novo lar na cidade.
Jock fazia um pouco de tudo e ganhou muitos amigos naquela cidade de mercadores. Eles gostavam do velho Jock pelo seu sorriso simpático, e por suas habilidades nos mais variados trabalhos. Mas, apesar de tantos amigos, sua família se constituía apenas dele e de um cachorrinho Fox Terrier que ele adotou com o nome de Bobby.
Jock e Bobby eram inseparáveis e estavam sempre juntos na rotina de passar pelas lojas em busca de serviços. Todos os dias eles começavam pelo restaurante local, onde recebiam o que comer em troca de serviços de Jock. Depois continuavam de porta em porta até que finalmente, à noite, os dois voltavam para um porão que lhes servia de morada.
Dizem que muitas pessoas pressentem quando o tempo de morrer esta próximo. Foi assim com Jock. Já havia passado quase um ano desde que chegara à cidade. Agora era pleno verão e as colinas estavam em flor. Um dia, ao amanhecer, ao invés de levantar, o velho Jock puxou sua cama até perto da janelinha do quarto. E lá ficou, olhando as montanhas distantes de sua amada Escócia.
Bobby - disse ele afagando o pêlo escuro e denso do cachorro, com a mão que agora só tinha a força do amor-, é tempo de eu ir para casa. Eles não conseguirão me afastar de minha terra novamente. Sinto muito, camarada, mas você vai ter de se cuidar sozinho daqui por diante.
Jock foi enterrado no dia seguinte em um lugar pouco comum para pobres. Por causa do lugar onde morreu e da necessidade de ser enterrado rapidamente, seus restos mortais foram colocados num dos cemitérios mais nobres de Edinburgh, o cemitério Greyfriar. Entre os grandes e mais nobres homens da Escócia, foi enterrado um homem comum e simples. Mas é aqui que nossa história começa.
Na manhã seguinte, o pequeno Bobby apareceu no mesmo restaurante que ele e Jock visitavam cada manhã. A seguir ele fez a ronda das lojas, como ele e Jock haviam sempre feito. Isto aconteceu dia após dia. Mas à noite o cachorrinho desaparecia e somente reaparecia no restaurante no dia seguinte.
Amigos do velho Jock se perguntavam onde o cachorro ia dormir, até que o mistério foi resolvido. Cada noite, Bobby não ia à procura de um lugar quente para dormir, nem mesmo de um abrigo para protegê-lo do frio e da chuva constantes da Escócia. Ele ia até o cemitério Greyfriar e tomava posição ao lado de seu dono.
O vigia do cemitério tocava o cachorro cada vez que o via. Afinal, existia uma ordem expressa, proibindo cachorros de entrarem em cemitérios. O homem tentou consertar a cerca e até pôs armadilhas para caçar o cachorro. Finalmente, com a ajuda do chefe de polícia, o pequeno Bobby foi capturado e preso por não ter uma licença. E uma vez que ninguém podia apresentar-se como legítimo dono daquele cachorro, parecia que Bobby seria morto.
Amigos do velho Jock e de Bobby que souberam do caso foram até a corte local a favor de Bobby. Finalmente, chegou o dia quando o caso deles iria ser apresentado à alta corte de Edinburgh.
Seria quase um milagre salvar a vida de Bobby, sem mencionar o tornar possível, para aquele cão fiel, poder ficar perto do túmulo de seu amigo. Mas foi exatamente o que aconteceu, como um ato sem precedentes na história da Escócia.
Antes que o juiz pudesse dar a sentença, uma horda de crianças entrou na sala de audiência. Moeda por moeda, aquelas crianças conseguiram a quantia necessária para a licença de Bobby.
O oficial da corte ficou tão impressionado pela afeição das crianças pelo animal que concedeu a ele um título especial, tornando-o propriedade da cidade, com uma coleira declarando este fato.
Bobby pôde então correr livremente, brincando com as crianças durante o dia. Mas cada noite, durante quatorze anos até que morreu em 1879, aquele amigo leal manteve guarda silenciosa no cemitério de Greyfriar, bem ao lado de seu dono. Se algum dia você for para Edinburgh, poderá ver a estátua de Bobby naquele cemitério que ainda está lá, mais de 120 anos de sua morte.
Greyfriars Bobby